29 de setembro de 2011
28 de setembro de 2011
até dá para ver os poros nas caras dos actores!
Eu e ele decidimos finalmente juntar o útil ao agradável, e ele lá mudou os seus poucos trapinhos para a casa das paredes azuis.
E qual foi a primeira coisa que ele trouxe lá para casa?
A sua hiper-mega-gigantantemente grande televisão. Que é uma coisa para ter um bom metro de largura.
Portanto grande televisão em sala pequena, o que é que dá?
Parece que estou sentada na primeira fila da sala de cinema, a ver um filme em 3D, com explosões bem em cima de mim.
Acho que vou pedir já vizinha do lado se posso mandar a parede da sala abaixo, que assim eu sento-me no sofá dela e já consigo ver a televisão como deve de ser.
(o gajo pode não gostar/entender de futebol, mas gadgets é com ele...)
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então é isto
a que vale é que para a semana estou de férias*
- quinta ir á feira da Luz com as avós para comprar plantas porque a feira acaba já na sexta.
- sexta almoço num hotel fashion com colegas de trabalho para aproveitar o Lisbon Restaurant Week.
- sexta consulta médica ao final do dia
- sábado workshop o dia todo de coaching feminino (isto de fazer blogs é giro porque de vez em oferecem-nos coisas).
- sábado jantar em casa de coleguinhas de trabalho com os três filhos traquinas
- domingo ás 8h30 da manhã entregar um bolo para o primeiro aniversário de mais uma sobrinha pirralha (a fazer algures entre sexta e sábado).
- domingo workshop o dia todo de coaching feminino
- domingo ao final do dia, festinha de mais um aniversário dos casados
- domingo à noite arrancar de férias para algures por ai.
Algures pelo meio fazer mais 1001 peças que o cliente chato quer, que eu não faço a mínima como é que vou fazer.
Se conseguir dormir até 2a julgo que é mentira.
(*desde abril que não sei o que é isso!)
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está tudo doido
agora já me lembro porque não me meto a fazer coisas freelancer
Ao fim de duas semanas a trabalhar com clientes indecisos e chatos, e burros, e atrasados, e que querem tudo para ontem, mas não sabem o que querem, mas querem já....
SÓ ME APETECE É ESPANCAR ALGUÉM!
E claro, relembrar a velha regra: NUNCA trabalhar com amigos.
NUNCA!
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está tudo doido
olha a boía
- entre uma fatia de bolo de morango com chantily do FrutAlmeidas na 6a feira para matar saudades de uma amiga e meter a cusquice em dia
- entre uma torta de Azeitão no domingo para matar saudades com o casal mais fotógrafo da margem sul mas de cima.
- e entre mais uma fatia de bolo de morango com chantily do FrutAlmeidas na 2a feira para celebrar em grande mais um aniversário de uma coleguinha fashion...
... não há cintura que resista, e a bóia á volta dela continua a alargar a olhos vistos (eu tou para ver como é que vou entrar nas minhas calças de inverno...)
22 de setembro de 2011
20 de setembro de 2011
15 de setembro de 2011
a essência do tempo
Cold mailman - Time is of the essence from André Chocron on Vimeo.
Cold mailman - Time is of the essence
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das músicas
14 de setembro de 2011
embutidos
Por muito que eu goste de crianças (e eu gosto), se descubro que mais uma amiga/conhecida/qualquer coisa ligeiramente ligada a mim, está grávida, acho que caio para o lado.
Mas a malta agora deixou de ter tv em casa? Anda tudo a poupar electricidade é?
Mas a malta agora deixou de ter tv em casa? Anda tudo a poupar electricidade é?
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da vida social
a surpresa que se virou ao contrário
O ano passado, no dia 11 de Setembro, assisti ao meu 5º casamento. Por ser o casamento de uma amiga querida, juntei-me com mais outra maluca, e roubamos os noivinhos de cima do bolo de noiva, mesmo debaixo do nariz deles e sem perceberem nada.
Um ano depois, chegou a altura de devolver os noivinhos aos noivos, mas de maneira que eles não soubessem quem é que os tinha roubado.
Eu e a outra maluca soubemos que o casal iria passar o fim-de-semana do aniversário num hotel perto, por isso fizemos planeamos pedir na recepção que entregassem os noivinhos no quarto do casal, sem eles saberem quem é que é que tinha sido. Como eu estava envolvida na coisa, claro que tiveram que levar com bolo extra, para celebrarem de forma doce o seu primeiro aniversário de casamento (bolo de chocolate picante, com recheio de laranja e pimento. Muito HOT!).
Tudo arranjado, caixa com bolo entregue com os noivinhos na recepção do hotel sem qualquer identificação, recepcionista adorou a ideia, ajudou na surpresa... tudo corria ás 1000 maravilhas.
Apartir desse momento, tanto eu como a outra maluca estavamos à espera que o nosso telemóvel tocasse com uma noiva em semi-furia/semi-contente com a surpresa.
Dois dias depois, e nada de noticias.
Maluca numero dois fala com o noivo assim de forma discreta, e pergunta como correram as coisas no hotel. Noivo não se descai. Maluca numero dois pergunta ao noivo se os noivinhos reapareceram. Noivo diz que não, não sabe de nada.
Eu começo a subir paredes porque penso que o hotel meteu água e perdeu o bolo e telefono para lá. E meto meio hotel á procura da outra metade para saber o que se passou. Toda a gente se lembra da caixa do bolo e juram a pés juntos que entregaram no quarto certo, às pessoas certas.
Quatro dias depois a pergunta permanece no ar: quem é que surpreendeu quem? Nós a eles porque lhes escondemos os noivinhos, ou eles a nós porque não se descaem?!!?!?
(só me lembro da frase célebre "eu sei que você sabe que eu sei que você sabe"...)
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dos casamentos
o bichano do vizinho, parte dois
Depois da aventura da semana passada que foi encontrar um bichano a meio do meu corredor, comecei a deixar a janela da cozinha fechada. No dia seguinte, falei com o vizinho a dizer o que se tinha passado, ele lá pediu imensas desculpas, e passou a deixar aberta uma janela bem mais longe da minha, a ver se o seu bichano deixava de ter os impulsos de vir visitar a minha casa (parte caricata da coisa, enquanto falava com o vizinho de janela para janela, estava o bichano a querer escapar-se dos braços dele para vir para dentro de minha casa. Bichano sem vergonha nenhuma).
Mas como o calor tem apertado por estes dias (raio do S. Pedro não se decide qual é a estação que estamos), voltei a abrir de novo um pouco a janela, deixando assim meio entalada. E como o vizinho agora só deixava aberta a janela mais longe, pensei que já não haveria mais visitas inesperadas...
Até que há dois dias, já passava bastante da 1h da manhã, estava eu ferrada a dormir e ele ainda a ler um livro. De repente ouve um estrondo na cozinha, seguido de um SHIUUUUUUSMIAUUUUUUUUUSHUIIIIII. Ele salta da cama a correr para a cozinha, eu acordo mais para lá do que para cá, e vou atrás dele. E o que encontramos? O belo do bichano, pendurado entre o corrimão e a corda da roupa, em equilíbrio precário, a tentar voltar para casa. Bichano olha para nós com ar "olha, fui apanhado outra vez!", e lá continua no seu equilíbrio precário a tentar chegar á janela que estava aberta mais ao fundo.
Ele começa a bater no janela do vizinho, que ainda tinha luz aquela hora, porque estavamos mesmo a ver que o bichano ainda ia parar ao quintal da vizinha de baixo, eu a rir-me que nem uma perdida de ver o equilibrismo do gato e a ver que ainda tínhamos que ir acordar a velhota do r/c á conta do bichano.
O vizinho lá abre a janela, apanha o bichano em flagrante, pede 1001 desculpas mais uma vez, pronto, janela fechada a sete chaves apartir de hoje.
Sim, porque o belo do bichano não estava a tentar entrar em minha casa, estava a sair, porque não teve vergonha nenhuma em entrar mesmo connosco acordados e a fazer barulho. E como é que chegamos a esta conclusão? Pelos vistos o bichano gosta do cadeirão que tenho na sala, e escolheu-o como o seu novo spot para fazer umas sestas. Mas como o cadeirão é preto e o gato amarelo, é fácil de perceber pelas marcas de patinhas e pêlo que encontramos no dia seguinte.
Pelos vistos agora á terça-feira é dia de bichano ir visitar a vizinha do lado. A ver vamos se para a semana repete a graçola.
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da casa azul
7 de setembro de 2011
anda cá bichano, anda cá...
Ontem, depois de um convite de última hora para jantar (que são sem sombra da dúvida os melhores ), eu e ele entramos em casa já era tarde e más horas.
Eu dirijo-me á cozinha, ele para a sala e de repente oiço:
ele: Tens um gato dentro de casa.
eu: Tenho?!?!
ele: Sim tens...
Vou até á sala, e a meio do corredor encontro um bichano a olhar para nós com ar de quem tinha sido apanhado a fazer o que não devia...
eu: Olha pois tenho!
Mas que raio, de onde é que me apareceu o gato? Eu costumo deixar as janelas abertas, mas sempre com os estores para baixo. O gato era grande, bonito, olhos azuis lindos, com ar de gato de casa bem tratado...
Ok, toca de meter o gato fora de casa.
Eu abro a porta da rua e faço barreira de um lado do corredor, ele faz barreira do outro lado do corredor, e vai de enxotar...
Gato passa por mim como se não fosse nada com ele, corre pela cozinha fora, um pulo pela janela (a única que eu deixo verdadeiramente aberta e sem os estores para baixo), e entra pela casa da vizinha do lado adentro.
E de repente fez-se luz!
A vizinha do lado tem dois gatos, a janela da cozinha dela é mesmo ao lado da minha, eu já tinha visto os gatos dentro da casa dela, mas nunca me passou pela cabeça que fossem tão curiosos ao ponto de me entrarem pela casa adentro!
E depois de analisar bem a coisa, já há alguns dias que andava a notar certas coisas pequeninas fora do sitio, por isso pelos visto não foi a primeira visita do bichano.
Obviamente que hoje deixei a janela da cozinha fechada.
Raio do gato, cusco com tudo!
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da casa azul
ó tempo, volta para trás
Decididamente estamos em época de reencontrar pessoas do passado mais do que longínquo.
Pessoas que pensava que não voltava a encontrar nesta encarnação, mas que até gostava de um dia saber se estão bem (e pelos vistos estão bem e é muito bom saber disso).
Pessoas que esperava nunca mais reencontrar porque não quero saber mesmo delas, mas afinal ali estão elas ao virar no meio de uma multidão (afinal era outra pessoa, mas possibilidade de ser quem eu pensava que era fez-me tremer de alto abaixo num primeiro minuto, parar e respirar fundo num segundo minuto, e até dar o passo em frente num terceiro minuto para ir dizer olá e confirmar que afinal não era quem eu pensava que era. E assim caiu por terra um dos maiores esqueletos, que afinal se transformou em pó e voou com o vento).
Pessoas que até não me importo de saber delas, e saber que mesmo há 12 anos atrás eu tinha olho para a coisa e tinha razão (e ele continua com ela...)
Pessoas que pensava que não voltava a encontrar nesta encarnação, mas que até gostava de um dia saber se estão bem (e pelos vistos estão bem e é muito bom saber disso).
Pessoas que esperava nunca mais reencontrar porque não quero saber mesmo delas, mas afinal ali estão elas ao virar no meio de uma multidão (afinal era outra pessoa, mas possibilidade de ser quem eu pensava que era fez-me tremer de alto abaixo num primeiro minuto, parar e respirar fundo num segundo minuto, e até dar o passo em frente num terceiro minuto para ir dizer olá e confirmar que afinal não era quem eu pensava que era. E assim caiu por terra um dos maiores esqueletos, que afinal se transformou em pó e voou com o vento).
Pessoas que até não me importo de saber delas, e saber que mesmo há 12 anos atrás eu tinha olho para a coisa e tinha razão (e ele continua com ela...)
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dos amigos
sou daquelas pessoas que quando descobre uma música nova, a ouve em repeat mode até se fartar
The Romany Rye - Love Song
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das músicas
1 de setembro de 2011
um dia destes chateio-me asério e mando todos para as urtigas
Pessoas que não têm noção do que exigem das outras. Que se esquecem que existe um mundo para alem do umbigo delas. Que se esquecem que existe sequer um mundo sem ser com elas. E que estão à espera que tudo o resto pare porque elas decidiram respirar. Pessoas que mandam e desmandam e esperam que os outros façam e desfaçam. Que querem, podem e mandam.
Pessoas que me chateiam, que me desiludem, que me entristecem, e que me dão raiva.
E que me magoam.
Pessoas que me chateiam, que me desiludem, que me entristecem, e que me dão raiva.
E que me magoam.
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vale a pena pensar nisto
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