A programação está para mim, como o óleo de fígado de bacalhau está para o resto do mundo: toda a gente sabe que faz bem, mas ninguém gosta de tomar...
Pá, não gosto, nunca vou gostar, não quero saber, não me chama, não me interessa, não suporto, não, não e não!
E sim, que remédio, vou ter que aprender...
29 de maio de 2009
vontadinha nenhuma
Entre um projecto que não tenho a mínima vontade de o fazer (mais um jornalista armado em carapau de corrida, que o que merecia era dois berros a ver se acordava prá vida!); um projecto de moda que se correr bem, vai ser uma bomba; e um projecto que fui eu que o fui desencantar, sobre um recente devaneio adolescente, o qual claro, meti a barra muito alto, e agora nem sei por onde começar... não me apetece é fazer nada!
Na realidade, o que eu queria mesmo era estar numa espreguiçadeira á beira mar, a ler um livro, e a desfrutar deste belo calor.
(e eu que nem a depilação tenho feita para usar uma saianha... gaja sofre!)
Na realidade, o que eu queria mesmo era estar numa espreguiçadeira á beira mar, a ler um livro, e a desfrutar deste belo calor.
(e eu que nem a depilação tenho feita para usar uma saianha... gaja sofre!)
post de merda, literalmente
Trabalho numa grande empresa, num dos pisos de um grande edifício, onde trabalha muita gente.
E essa gente toda, a dada altura do dia, como comuns mortais que são, têm que ir ao WC, fazer as suas necessidades mais básicas.
Até aqui, tudo bem... acho....
Então porque é que eu quando vou á casa de banho, encontro as casas de banho em estado mais que nojento? E porque carga de água as pessoas não puxam o autoclismo depois de fazer o que têm as fazer?!?! Será que que dá muito trabalho? E pior, será que em casa delas também não o fazem?!?!?!
Cambada de porcas, pá!
E essa gente toda, a dada altura do dia, como comuns mortais que são, têm que ir ao WC, fazer as suas necessidades mais básicas.
Até aqui, tudo bem... acho....
Então porque é que eu quando vou á casa de banho, encontro as casas de banho em estado mais que nojento? E porque carga de água as pessoas não puxam o autoclismo depois de fazer o que têm as fazer?!?! Será que que dá muito trabalho? E pior, será que em casa delas também não o fazem?!?!?!
Cambada de porcas, pá!
energia, precisa-se!
Pela primeira na sua existência de 4 anos na minha posse, a minha bela nave deixou-me apeada. A bateria deixou de ter energia, e o meu meio de transporte predilecto deixou de funcionar.
Na realidade a culpa é minha.
Já raramente ando com ela, á uma vez por semana quando é preciso ir ao hipermercado abastecer o frigorífico.
Já anda pitosga do lado esquerdo á mais de um ano...
Faz uns barulhos estranhos que eu fingo que não oiço...
E já não me lembro da ultima vez que ela foi devidamente limpa (na realidade, sei, mas até tenho vergonha de dizer).
Portanto, a minha nave está sem energia, e amanhã o gaijo vai tentar mudar a bateria por uma que a minha avó tinha perdida lá por casa, que o meu avô comprou á uns 3 anos, e nunca chegou a usar.
Algo me diz que vou continuar sem nave durante mais algum tempo.
E logo este sábado que era dia de ir abastecer o frigorífico...
Na realidade a culpa é minha.
Já raramente ando com ela, á uma vez por semana quando é preciso ir ao hipermercado abastecer o frigorífico.
Já anda pitosga do lado esquerdo á mais de um ano...
Faz uns barulhos estranhos que eu fingo que não oiço...
E já não me lembro da ultima vez que ela foi devidamente limpa (na realidade, sei, mas até tenho vergonha de dizer).
Portanto, a minha nave está sem energia, e amanhã o gaijo vai tentar mudar a bateria por uma que a minha avó tinha perdida lá por casa, que o meu avô comprou á uns 3 anos, e nunca chegou a usar.
Algo me diz que vou continuar sem nave durante mais algum tempo.
E logo este sábado que era dia de ir abastecer o frigorífico...
das coisas amorosas
Gosto de ouvir quando um colega de trabalho se refere à sua mulher como "a minha mais que tudo".
27 de maio de 2009
e uma sensação de absorção, mas ao contrário
Hoje de manhã sai disparada de casa.
E entre trazer a lancheira com o almoço, levar o saco do lixo, o casaco, a mala, os óculos de sol e o livro para se ler para segunda vez no autocarro, algo tinha de ficar para trás.
Ficou o telemóvel.
Um dia inteiro sem telemóvel.
É uma liberdade da qual me tinha esquecido de sentir à muito tempo...
E entre trazer a lancheira com o almoço, levar o saco do lixo, o casaco, a mala, os óculos de sol e o livro para se ler para segunda vez no autocarro, algo tinha de ficar para trás.
Ficou o telemóvel.
Um dia inteiro sem telemóvel.
É uma liberdade da qual me tinha esquecido de sentir à muito tempo...
25 de maio de 2009
ser, todos os dias, um bocadinho mais forte
O Fortuna - Carmina Burana - Carl Orff
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das músicas
pelos vistos, o "para sempre", é para ficar
Dave Matthews Band - Crash Into me
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do coração vermelho
de outro lado (12)
Esperar pelo Amor
Falar de amor não é fácil. Sobretudo para quem nada entende de amor. Como eu. Digo e repito isto vezes sem fim, porque é de facto isso que penso, que sinto. Se eu entendesse de amor era feliz no amor. Vivia-o em pleno e não em saudade. Olhava para ele e sorria, em vez de tantas vezes deixar cair lágrimas parvas e melancólicas por me lembrar vezes sem fim daquela pessoa especial que vive em mim, mas geograficamente distante e emocionalmente longe...
Falar de amor não é fácil. Sobretudo para quem nada entende de amor. Como eu. Digo e repito isto vezes sem fim, porque é de facto isso que penso, que sinto. Se eu entendesse de amor era feliz no amor. Vivia-o em pleno e não em saudade. Olhava para ele e sorria, em vez de tantas vezes deixar cair lágrimas parvas e melancólicas por me lembrar vezes sem fim daquela pessoa especial que vive em mim, mas geograficamente distante e emocionalmente longe...
Outras pessoas conheci depois dele, do special one (que não é o Mourinho) e esses foram e serão sempre os outros, como na música dos Kid Abelha. Que me perdoem por esta confissão... Porque é mesmo assim. Porque é uma paixão que não passa, uma paixão que se alimenta de saudades, de sonhos, de ilusões que eu permito (e quero) que continue a ser o meu padrão de referência quando se fala em amor para a vida. O meu Mr. Big. Sem dúvida nenhuma.
Porque aquele é o amor que eu queria para a vida inteira. O que me faz suspirar há tanto e tanto tempo depois de o ter conhecido. É aquele que me faz acreditar que há pessoas fascinantes, que há pessoas mais fascinantes que outras que também são fascinantes, mas não tanto. É aquele que me faz ver todos os dias que menos é mais, muito mais. Que me faz amar a simplicidade, que me faz acreditar que é mais doce e vive melhor aquele que vive um dia de cada vez, do que aquele que quer tudo hoje ou nunca mais.
E eu... eu com ele aprendi a esperar. Porque quero. Porque quero muito. Vale a pena esperar? Não sei... mas acredito que um dia, o dia chega. Como está escrito nos pacotinhos de açucar da Nicola.
E isto é o amor. E do amor tudo se pode esperar, porque com ele tudo, mas mesmo-mesmo tudo, é possível. Um dia.
via às nove no meu blog.
via às nove no meu blog.
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de outro lado
22 de maio de 2009
21 de maio de 2009
cores e mais cores
E os 45 minutos sobre cor passaram a voar, e nem eu sei muito bem como, consegui condensar 6 horas de matéria. Na realidade, falei 59 minutos... mas ninguém deu conta de nada!
Entre cores, piadas, filmes com orgias e perguntas, a coisa lá se passou.
Da parte da tarde, as apresentações eram o tema mais falado no Twitter!
E para terminar o dia ouvir "A tua apresentação foi de alto nível, muito melhor do que muitas apresentações sobre Design que eu já vi lá fora!".
E eu fiquei sem saber muito bem o que responder...
Entre cores, piadas, filmes com orgias e perguntas, a coisa lá se passou.
Da parte da tarde, as apresentações eram o tema mais falado no Twitter!
E para terminar o dia ouvir "A tua apresentação foi de alto nível, muito melhor do que muitas apresentações sobre Design que eu já vi lá fora!".
E eu fiquei sem saber muito bem o que responder...
se um dia, eu tiver um dia com metade disto, já fico feliz!
De chorar lágrimas, umas atrás das outras...
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das séries
19 de maio de 2009
a essência
Por vezes, imagino o meu cérebro como se fosse uma enorme biblioteca, cheia de livros de todos os tamanhos e feitios
Cada livro é uma história da minha vida, do meu passado.
Há livros que já estão fechado e arquivados. São histórias passada, fechadas, aceites, as quais eu posso voltar a reviver sem o coração disparar.
Mas depois há alguns livros, que ainda estão semi-abertos. Ainda lhes faltam algumas páginas para as suas histórias estarem completas.
Pegar nesses livros, e reler as suas histórias pode ser, e é, um pouco angustiante.
Alguns desses livros irão fechar-se naturalmente como tempo.
Outros, precisam de acontecimentos para se fecharem.
Num futuro muito próximo, o livro mais grosso, mais incomodativo, mais angustiantes vai ser abanado até aos limites, e vai ter que se fechar, definitivamente.
E eu espero sobreviver .
Cada livro é uma história da minha vida, do meu passado.
Há livros que já estão fechado e arquivados. São histórias passada, fechadas, aceites, as quais eu posso voltar a reviver sem o coração disparar.
Mas depois há alguns livros, que ainda estão semi-abertos. Ainda lhes faltam algumas páginas para as suas histórias estarem completas.
Pegar nesses livros, e reler as suas histórias pode ser, e é, um pouco angustiante.
Alguns desses livros irão fechar-se naturalmente como tempo.
Outros, precisam de acontecimentos para se fecharem.
Num futuro muito próximo, o livro mais grosso, mais incomodativo, mais angustiantes vai ser abanado até aos limites, e vai ter que se fechar, definitivamente.
E eu espero sobreviver .
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do passado
pânico, parte dois e meio
Pois, parece que vou falar de novo para 80 marmanjos.
E claro, deixei para a última hora a preparação da coisa.
Tenho "só" que enfiar 6 horas de formação em 45 minutos.
Desta vez é sobre cores.
Tenho que explicar aos senhores programadores que existem mais cores, sem ser preto e branco.
Coisa pouca, portanto!
Cheira-me que a noite de hoje vai ser muito longaaaaa....
E claro, deixei para a última hora a preparação da coisa.
Tenho "só" que enfiar 6 horas de formação em 45 minutos.
Desta vez é sobre cores.
Tenho que explicar aos senhores programadores que existem mais cores, sem ser preto e branco.
Coisa pouca, portanto!
Cheira-me que a noite de hoje vai ser muito longaaaaa....
18 de maio de 2009
ufa, preciso de descançar!
A muito custo, lá se consegui sobreviver a três dias intensos de dança. Tenho dores musculares em tudo o que é canto do corpo, e descobri que se consegue abanar partes do corpo que eu nem sabia que elas podiam mexer, mas depois de ver os melhores do mundo a dançar, é oficial, eu pareço uma mistura entre um frigorífico e uma tábua de engomar a dançar. E ás vezes sou uma betoneira, porque rebolo bem a cintura.
No entanto, há quem diga que eu até danço muito bem. E é claro que eu não acredito neles.
Sexta-feira, espectáculo com a melhor escola de Salsa de Lisboa, com o melhor par do mundo, e com o melhor grupo do mundo. Parte muito boa da coisa: os bilhetes podem ter sido estupidamente caros, mas ao menos ficou-se sentada na segunda fila. Até deu para ver as lantejoulas a voarem! E ficar babada com a técnica e a criatividade daquela gente.
Segui-se a festinha, onde se dançou pouco, para poupar o corpo para os workshops do dia seguinte.
Sábado, acordar cedo, preparar a marmita, e ter de apanhar o metro para ir salsar, já que alguém decidiu fazer a Bênção das Fitas mesmo ao lado do Congresso.
E começou a loucura de movimentos. 2 horas de salsa a par com o melhor bailarino do mundo (e o mais giro também!). Pausa para almoço, mais duas horas de rumba como o segundo melhor bailarino do mundo (giro que até doía!), seguida de duas horas de salsa avançada a par, com o melhor par do mundo. Desisti ao fim de duas voltinhas. Aquilo era complicado como tudo! Pelo menos deu para ver que ainda muito trabalho pela frente! Ainda era suposto fazer mais 2 horas de salsa a par, desta vez iniciados, mas estávamos tão doridos, que acabamos por ir para casa descansar um bocado, para nos aguentarmos para a mega-festa de sábado á noite.
Segunda parte do espectáculo, mas muita baba com os movimentos daquela gente, seguido de mega-festa de Salsa. Gente que era gente no mundo da dança, estava lá toda a gente. Pessoas do Algarve, Coimbra, Porto, Aveiro, Lisboa... era vê-los a rodar! E para ajudar à festa, os melhores do mundo também se juntaram à malta básica, e foi babanço a noite inteira... Ambiente espectacular, gente gira, música da boa... a melhor festa da capital e arredores.
Domingo é que foi o descalabro. Supostamente era para acordar ás 10h da manhã, mas as dores no corpo eram tantas, que nem até mexer os olhinhos era doloroso! A muito custo, consegui arrancar o corpo da cama era meio-dia, e seguimos para fazer duas horas de ladys/mens styling com os melhores do mundo.
E foi... a loucura!
A gaja é boa, e abanasse de uma maneira brutal, e mexe as mãos como eu nunca vi... e eu perdi-me toda, mas adorei!
Claro que o corpo ainda ficou mais partido, mas ainda restou um bocadinho de energia para ir à festa de aniversário da sobrinha pirralha, e matar saudades de metro e meio de gente...
Voltar a correr para ver a última parte do espectáculos, desta vez só com artistas portugueses, fartar-me de rir com as más figuras de certas pessoas (tá gordo que nem um texugo e ela com umas trombas que vão daqui até Marte!), e ficar completamente deliciada com putos de 17 a dançar como eu nunca vi, ali está potencial a olhos vistos!
Terminar a noite com mais uma dança, o corpo já pede descanso, e infelizmente o dia seguinte é de trabalho.
Notas a reter: eu até nem danço nada mal, mas claro que nunca vou ser uma profissional da coisa, acima de tudo estou nisto para me divertir. Os sapatos roxos são lindos. Pela é serem estupidamente caros. E claro, meter sempre férias a seguir a estes congressos, que o corpo pede descanso!
E agora, para um último babanço.... os melhores do mundo!
No entanto, há quem diga que eu até danço muito bem. E é claro que eu não acredito neles.
Sexta-feira, espectáculo com a melhor escola de Salsa de Lisboa, com o melhor par do mundo, e com o melhor grupo do mundo. Parte muito boa da coisa: os bilhetes podem ter sido estupidamente caros, mas ao menos ficou-se sentada na segunda fila. Até deu para ver as lantejoulas a voarem! E ficar babada com a técnica e a criatividade daquela gente.
Segui-se a festinha, onde se dançou pouco, para poupar o corpo para os workshops do dia seguinte.
Sábado, acordar cedo, preparar a marmita, e ter de apanhar o metro para ir salsar, já que alguém decidiu fazer a Bênção das Fitas mesmo ao lado do Congresso.
E começou a loucura de movimentos. 2 horas de salsa a par com o melhor bailarino do mundo (e o mais giro também!). Pausa para almoço, mais duas horas de rumba como o segundo melhor bailarino do mundo (giro que até doía!), seguida de duas horas de salsa avançada a par, com o melhor par do mundo. Desisti ao fim de duas voltinhas. Aquilo era complicado como tudo! Pelo menos deu para ver que ainda muito trabalho pela frente! Ainda era suposto fazer mais 2 horas de salsa a par, desta vez iniciados, mas estávamos tão doridos, que acabamos por ir para casa descansar um bocado, para nos aguentarmos para a mega-festa de sábado á noite.
Segunda parte do espectáculo, mas muita baba com os movimentos daquela gente, seguido de mega-festa de Salsa. Gente que era gente no mundo da dança, estava lá toda a gente. Pessoas do Algarve, Coimbra, Porto, Aveiro, Lisboa... era vê-los a rodar! E para ajudar à festa, os melhores do mundo também se juntaram à malta básica, e foi babanço a noite inteira... Ambiente espectacular, gente gira, música da boa... a melhor festa da capital e arredores.
Domingo é que foi o descalabro. Supostamente era para acordar ás 10h da manhã, mas as dores no corpo eram tantas, que nem até mexer os olhinhos era doloroso! A muito custo, consegui arrancar o corpo da cama era meio-dia, e seguimos para fazer duas horas de ladys/mens styling com os melhores do mundo.
E foi... a loucura!
A gaja é boa, e abanasse de uma maneira brutal, e mexe as mãos como eu nunca vi... e eu perdi-me toda, mas adorei!
Claro que o corpo ainda ficou mais partido, mas ainda restou um bocadinho de energia para ir à festa de aniversário da sobrinha pirralha, e matar saudades de metro e meio de gente...
Voltar a correr para ver a última parte do espectáculos, desta vez só com artistas portugueses, fartar-me de rir com as más figuras de certas pessoas (tá gordo que nem um texugo e ela com umas trombas que vão daqui até Marte!), e ficar completamente deliciada com putos de 17 a dançar como eu nunca vi, ali está potencial a olhos vistos!
Terminar a noite com mais uma dança, o corpo já pede descanso, e infelizmente o dia seguinte é de trabalho.
Notas a reter: eu até nem danço nada mal, mas claro que nunca vou ser uma profissional da coisa, acima de tudo estou nisto para me divertir. Os sapatos roxos são lindos. Pela é serem estupidamente caros. E claro, meter sempre férias a seguir a estes congressos, que o corpo pede descanso!
E agora, para um último babanço.... os melhores do mundo!
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das danças
15 de maio de 2009
5 dias depois
Já se comprou comida e o frigorifico já não está ás moscas.
Já se entregou o IRS, e até se vai receber de volta uma bela pipa de massa!
Já se comprou as prendas todas para as sobrinhas queridas. Roupa é sempre a melhor opção. Pelo menos enquanto elas são piquenas.
Bebeu-se café com a amiga, falou-se mal da outra amiga, e como bonus, ainda se viu-se uma aula de dança de gajas de se meter a inveja.
Estamos a rezar para sobreviver a três dias de workspots e festas e espectáculos de salsa. Para complicar o caso, no sábado de manhã, decorre a Benção das Fitas de Lisboa, mesmo ao lado de onde vai ser o congresso. Vai ser a loucura para encontrar lugar para estacionar!
A apresentação da cor está em stand by. Só de pensar que tenho de enfiar 6 horas de matéria em 45 minutos, até tenho arrepios.
Esperasse conseguir chegar inteiros à festinha de anos do primeiro aniversário da segunda sobrinha pirralha. E pelo menos, conseguir mexer os olhinhos.
E na segunda-feira, tem-se uma formação logo ás 9h30 da manhã.
Isto vai ser bonito, vai....
Já se entregou o IRS, e até se vai receber de volta uma bela pipa de massa!
Já se comprou as prendas todas para as sobrinhas queridas. Roupa é sempre a melhor opção. Pelo menos enquanto elas são piquenas.
Bebeu-se café com a amiga, falou-se mal da outra amiga, e como bonus, ainda se viu-se uma aula de dança de gajas de se meter a inveja.
Estamos a rezar para sobreviver a três dias de workspots e festas e espectáculos de salsa. Para complicar o caso, no sábado de manhã, decorre a Benção das Fitas de Lisboa, mesmo ao lado de onde vai ser o congresso. Vai ser a loucura para encontrar lugar para estacionar!
A apresentação da cor está em stand by. Só de pensar que tenho de enfiar 6 horas de matéria em 45 minutos, até tenho arrepios.
Esperasse conseguir chegar inteiros à festinha de anos do primeiro aniversário da segunda sobrinha pirralha. E pelo menos, conseguir mexer os olhinhos.
E na segunda-feira, tem-se uma formação logo ás 9h30 da manhã.
Isto vai ser bonito, vai....
dos sonhos tornados realidade
1544 páginas.
Li-te-ral-men-te devoradas em 12 dias.
E as últimas páginas foram lidas de forma beeeeeem lenta, para fazer a coisa durar mais, se não bem que tinha acabado mais cedo
Houve noites em que só dormi 3 horas, porque simplesmente não conseguia largar as palavras que tanto puxavam por mim.
É simplesmente uma história de amor, como tantas outras, mas que me fez sonhar, e chegar a uma pequena e simples conclusão, que de deixou a sorrir.
Eu também estou a viver uma história de amor.
E daquelas bem boas.
Li-te-ral-men-te devoradas em 12 dias.
E as últimas páginas foram lidas de forma beeeeeem lenta, para fazer a coisa durar mais, se não bem que tinha acabado mais cedo
Houve noites em que só dormi 3 horas, porque simplesmente não conseguia largar as palavras que tanto puxavam por mim.
É simplesmente uma história de amor, como tantas outras, mas que me fez sonhar, e chegar a uma pequena e simples conclusão, que de deixou a sorrir.
Eu também estou a viver uma história de amor.
E daquelas bem boas.
(ando melechas, não liguem!)
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do coração vermelho,
dos livros
13 de maio de 2009
dos bons e dos maus impostos
- Segunda-feira, quase uma da manhã, começo a ouvir água a correr fortemente na minha rua. Vou à janela ver o que se passa, e estão 3 funcionários camarários a lavar a rua com as suas mangueiras de grande pressão de água. E por acaso, estavam a lavar o bocadinho da rua que se encontrava mesmo por baixo do meu carro. Abri a janela, e simpaticamente perguntei se queriam que eu mexesse o carro para eles lavarem melhor a rua. Responderam que "não, obrigada", e devem ter gostado tanto do meu sorriso, que vai de aproveitar e dar banho ao carro que estava assim um bocado pró sujo. Um bocado, é a favor. Cinco minutos depois, e 3 super-mangeiradas, tenho o carro a brilhar que é um mimo. Até as jantes mudaram de cor!
- Maio é mês de impostos. Maio é mês de entregar o belo do IRS. Organizei as papeladas todas, os valores todos, as declarações todas. E decidi meter o factor F em funcionamento. O factor Famelga, estás se mesmo a ver (o avô é contabilista, a tia e o tio trabalham nas Finanças, a mãe trabalha numa tesouraria...). Mas mesmo com o factor F em grande acção, demorei 2 horas até submeter a declaração. "Mas qual é o código do campo 204?" "E não sabes o contribuinte de cor!?!?". Meus caros, eu sou cores, não números.
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dos impostos
de outro lado (11)
A equação do amor
Adoro finais felizes. Adoro pessoas que acreditam em finais felizes. Adoro quem acredita num amor que à partida parecia condenado ao fracasso. Adoro amores e projectos de vida a dois que calam as bocas dos profetas da desgraça. Tudo porque numa noite em que não tinham nada para fazer, se lembraram de inventar que algumas pessoas não têm nada a ver uma com a outra... juro que não entendo este conceito. Para mim o que não tem nada a ver com nada é usar botas de neve em pleno verão, é não gostar de chá no inverno, é vestir um vestido amarelo e calçar uns sapatos vermelhos, ou verdes, ou roxos ou umas sandálias à bife com meias brancas e calções cor caqui (ME-DO). E mesmo assim, hoje em dia usa-se tudo, combinam-se todas as cores e tudo fica bem (menos a história da sandaleca e o pé de gesso... please), porque as pessoas gostam ou porque a moda assim o dita.
via ás nove no meu blog.
Adoro finais felizes. Adoro pessoas que acreditam em finais felizes. Adoro quem acredita num amor que à partida parecia condenado ao fracasso. Adoro amores e projectos de vida a dois que calam as bocas dos profetas da desgraça. Tudo porque numa noite em que não tinham nada para fazer, se lembraram de inventar que algumas pessoas não têm nada a ver uma com a outra... juro que não entendo este conceito. Para mim o que não tem nada a ver com nada é usar botas de neve em pleno verão, é não gostar de chá no inverno, é vestir um vestido amarelo e calçar uns sapatos vermelhos, ou verdes, ou roxos ou umas sandálias à bife com meias brancas e calções cor caqui (ME-DO). E mesmo assim, hoje em dia usa-se tudo, combinam-se todas as cores e tudo fica bem (menos a história da sandaleca e o pé de gesso... please), porque as pessoas gostam ou porque a moda assim o dita.
No amor tudo acontece de acordo com a primeira hipótese: as pessoas gostam (se). E isso devia bastar. E basta, pelo menos a quem ama. Aos outros, os que estão de fora e que adoram falar da vida dos outros, é que não chega porque simplesmente as pessoas não fazem pendant. E dizem do alto da sua verdade "Eles não têm nada a ver um com o outro. Ela gosta de praia e ele não. Ele gosta de futebol e ela não. Ele estudou e ela não. Ela é bonita e ele é feio. Ela é alta e ele é baixo. Ele é rico e ela não..." e por aí fora, num desfile de anormalidades não fariam sentido em lado nenhum, muito menos no amor...
Porque no amor as escolhas não se fazem, simplesmente acontecem. Porque no amor as pessoas não têm de explicar porque gostam, apenas sentem. E porque o amor, latu sensu, devia ser vivido, sentido, sonhado e esperado como uma receita de culinária que vamos experimentar pela primeira vez. Primeiro apaixonamo-nos pela receita como um todo e queremos arriscar confeccioná-la para conhecer o sabor, o resultado final. Estudamos os ingredientes com cuidado, preparamos tudo o que é necessário para dar certo com carinho e começamos a amar a receita em todas as suas etapas - "estenda a massa sobre uma superfície polvilhada, corte em sete porções e reserve, coza em lume brando ou em banho maria... siga o tempo indicado para a cozedura e esteja atenta ao ponto, por forma a que não fique nem demasiado cozido, nem cru".
É verdade que não existem receitas mágicas para duas pessoas que se amam ficarem juntas. Era juntar o melhor dos dois mundos. Ainda assim, e com a consciência de que não existe o melhor dos dois mundos, fico feliz quando a equação do amor prova que ele é o que de melhor há na vida. E que as pessoas que aparentemente não seriam perfeitas juntas, constroem um amor quase perfeito. Quase... porque perfeito, perfeito só aquele anúncio e esse não fala de amor.via ás nove no meu blog.
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de outro lado
12 de maio de 2009
do sonhar
Rob Pattinson - Never Think
Never think
What's in your heart
What's in our home
That's all I want
You'll learn to hate me
But you still call me baby
Oh Lord
Just call me by my name
And oh, save your soul
save your soul
Before you're too far gone
Before nothing can be done
I'll try to decide when
Shall I win
I ain't got no fight in me
In this whole damn world
To tell you to hold off
But you still hold on
It's the one thing that Iknown
Once I put my coat on
I'm coming out of this all wrong
She's standing outside holding me
She's saying oh please
I'm in love
I'm in love
Girl save your soul
Save your soul
Before you're too far gone
And before nothing can be done
'Cause without me
You got it all
So hold on
Without me you got it all
So hold on
Without me you got it all
Without me you got it all
So hold on
Without me you got it all
So hold on
Without me you got it all
So hold on
Hold on
(esqueçam as imagens, ouçam a música, que é o que verdadeiramente interessa)
Never think
What's in your heart
What's in our home
That's all I want
You'll learn to hate me
But you still call me baby
Oh Lord
Just call me by my name
And oh, save your soul
save your soul
Before you're too far gone
Before nothing can be done
I'll try to decide when
Shall I win
I ain't got no fight in me
In this whole damn world
To tell you to hold off
But you still hold on
It's the one thing that Iknown
Once I put my coat on
I'm coming out of this all wrong
She's standing outside holding me
She's saying oh please
I'm in love
I'm in love
Girl save your soul
Save your soul
Before you're too far gone
And before nothing can be done
'Cause without me
You got it all
So hold on
Without me you got it all
So hold on
Without me you got it all
Without me you got it all
So hold on
Without me you got it all
So hold on
Without me you got it all
So hold on
Hold on
(esqueçam as imagens, ouçam a música, que é o que verdadeiramente interessa)
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das músicas
11 de maio de 2009
verdade não absoluta
O facto de tudo estar a correr bem, mete quase tanto medo como quanto tudo corre mal.
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do coração vermelho
de certas pessoas
Estou cansada de pessoas que só olham para o seu umbigo, que se acham o fim da picada, que adoram fazer juízos de valor sobre tudo e todos à sua volta, mas que depois, quando se olham ao espelho, são mais podres que um caixote do lixo que não é lavado à mais de 6 meses.
E mais não é preciso dizer.
E mais não é preciso dizer.
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da evolução
das letras
Uma semana.
Sete dias.
Dois livros de 500 páginas despachados.
Um deles em apenas dois dias.
A ficção é mesmo bem mais interessante do que a realidade.
a sonhar, e sonhar, e sonhar...
Mutemath - Spotlight
Sete dias.
Dois livros de 500 páginas despachados.
Um deles em apenas dois dias.
A ficção é mesmo bem mais interessante do que a realidade.
a sonhar, e sonhar, e sonhar...
Mutemath - Spotlight
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dos livros
7 dias e 7 noites
É preciso ir comprar comida, o meu frigorífico já se queixa de estar ás moscas.
É preciso entregar o IRS (preciso de dinheiro!).
É preciso descobrir uma prenda de anos, uma prenda de nascimento, e uma prenda de Páscoa, para as três sobrinhas pirralhas.
É preciso ir beber café urgentemente com uma amiga, para se falar mal de outra (temos grandes razões para isso).
É preciso sobreviver a três dias de workshops, apresentações e festas de Salsa. Dizem que ando a dançar bemzinho, vamos lá colocar isso à prova (já em aguento a fazer cinco voltas! Já me aguento a fazer cinco voltas!).
É preciso ir ao primeiro aniversário da segunda sobrinha pirralha. Dava jeito levar todas as prendas que ainda preciso comprar (ver ponto numero três da lista).
É preciso organizar uma apresentação sobre a cor, para 80 marmanjos em que a noção de cores deles é fundo preto com letras brancas. E cores como salmão, fucsia e cian são bichos estranhos (já sei disto há mais de um mês, claro que deixei para a última hora).
Pelo meio, dá jeito fazer jantares para trazer almoços, limpar a casa, namorar, ler.
E respirar...
É preciso entregar o IRS (preciso de dinheiro!).
É preciso descobrir uma prenda de anos, uma prenda de nascimento, e uma prenda de Páscoa, para as três sobrinhas pirralhas.
É preciso ir beber café urgentemente com uma amiga, para se falar mal de outra (temos grandes razões para isso).
É preciso sobreviver a três dias de workshops, apresentações e festas de Salsa. Dizem que ando a dançar bemzinho, vamos lá colocar isso à prova (já em aguento a fazer cinco voltas! Já me aguento a fazer cinco voltas!).
É preciso ir ao primeiro aniversário da segunda sobrinha pirralha. Dava jeito levar todas as prendas que ainda preciso comprar (ver ponto numero três da lista).
É preciso organizar uma apresentação sobre a cor, para 80 marmanjos em que a noção de cores deles é fundo preto com letras brancas. E cores como salmão, fucsia e cian são bichos estranhos (já sei disto há mais de um mês, claro que deixei para a última hora).
Pelo meio, dá jeito fazer jantares para trazer almoços, limpar a casa, namorar, ler.
E respirar...
7 de maio de 2009
6 de maio de 2009
o que vale realmente a pena
Ontem, numa conversa de café, disseram-me:
"O teu trabalho é um bocado da treta, é fazer as coisas bonitas... e não tem muita visibilidade nem trás grande retorno à empresa".
Sei que não sou nenhum super médico que salva vidas a torto e a direito.
Sei que não sei escrever romances de fazer chorar as pedras da calçada.
Sei que não nunca vou descobrir a cura para o cancro, ou para a Sida.
Sei que não faço pão todos os dias para alimentar 3500 bocas esfomeadas.
Sei que não faço a mínima como cozer um par de calças, ou uma saia, ou tricotar uma camisola.
E sei que se um dia a electricidade faltar no mundo inteiro, serei uma daquelas pessoas que vai ficar sem nada para fazer, e não vai valer nada, porque não sei plantar, ou caçar ou mesmo criar animais.
E sei que não sou nenhuma técnica super especializada que faz aplicações para calcular a raiz quadrada do diâmetro da terra, mas no dia em que a luz faltar na terra, o que é que isso também vai mesmo valer?
Hoje, pela primeira vez na minha vida, tenho orgulho no trabalho que faço. Consigo utilizar a minha pequena veia criativa, a fazer umas coisas engraças e giras.
Acho que é assim que na realidade se pode classificar o meu trabalho: engraçado e giro.
E que no fundo, qualquer um pode fazer coisas bonitas. Pelo menos é o que toda a gente dizem, até claro, chegar verdadeiramente a altura de o fazer.
Mais uma vez, fui relembrada porque é que no fundo, sou tão valorizada na minha empresa como a menina brasileira que anda a empurrar um carrinho cheio de bolos e a vendê-los.
E mais uma vez, pergunto-me se tomei a decisão certa na profissão que decidi escolher.
Se valerá realmente a pena tornar as coisas "giras e bonitas".
Porque à noite deito a cabeça na almofada, e sou assolada por uma enorme sensação de tristeza e frustração, já nada parece valer a pena...
"O teu trabalho é um bocado da treta, é fazer as coisas bonitas... e não tem muita visibilidade nem trás grande retorno à empresa".
Sei que não sou nenhum super médico que salva vidas a torto e a direito.
Sei que não sei escrever romances de fazer chorar as pedras da calçada.
Sei que não nunca vou descobrir a cura para o cancro, ou para a Sida.
Sei que não faço pão todos os dias para alimentar 3500 bocas esfomeadas.
Sei que não faço a mínima como cozer um par de calças, ou uma saia, ou tricotar uma camisola.
E sei que se um dia a electricidade faltar no mundo inteiro, serei uma daquelas pessoas que vai ficar sem nada para fazer, e não vai valer nada, porque não sei plantar, ou caçar ou mesmo criar animais.
E sei que não sou nenhuma técnica super especializada que faz aplicações para calcular a raiz quadrada do diâmetro da terra, mas no dia em que a luz faltar na terra, o que é que isso também vai mesmo valer?
Hoje, pela primeira vez na minha vida, tenho orgulho no trabalho que faço. Consigo utilizar a minha pequena veia criativa, a fazer umas coisas engraças e giras.
Acho que é assim que na realidade se pode classificar o meu trabalho: engraçado e giro.
E que no fundo, qualquer um pode fazer coisas bonitas. Pelo menos é o que toda a gente dizem, até claro, chegar verdadeiramente a altura de o fazer.
Mais uma vez, fui relembrada porque é que no fundo, sou tão valorizada na minha empresa como a menina brasileira que anda a empurrar um carrinho cheio de bolos e a vendê-los.
E mais uma vez, pergunto-me se tomei a decisão certa na profissão que decidi escolher.
Se valerá realmente a pena tornar as coisas "giras e bonitas".
Porque à noite deito a cabeça na almofada, e sou assolada por uma enorme sensação de tristeza e frustração, já nada parece valer a pena...
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das minhas coisas
a gritar em plenos pulmões
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Pronto, era só isto.
Pronto, era só isto.
4 de maio de 2009
twists
Tinha um plano a dois anos (do qual já passou um), para uma certa e determinada situação ser alterada, de preferência para muito melhor.
Um pequena situação, da qual depende todo o resto da minha vida.
A meu ver, o plano até estava a correr mais ou menos bem, até estava a começar a ser notada...
Tempo passado "tinha um plano", "estava a correr bem"...
Hoje tive uma pequena troca de palavras que deitou todo o meu plano por água abaixo.
Ainda tenho a frase "vêm ai tempos complicados, prepara-te para isso" a balançar dentro da mina cabeça.
Mais trabalho, mais empenho, mais do mesmo, mais mais mais....
E o que tenho em retorno?
A pequena possibilidade de talvez continuar com o pouco que tenho.
E a certeza absoluta que não vou ter mais do que isso.
(lá se vai o sonho de ter um subsidio de férias e outro de Natal, lá se vai o sonho de estar estável, lá se vai o sonho deter a possibilidade de sonhar...)
Um pequena situação, da qual depende todo o resto da minha vida.
A meu ver, o plano até estava a correr mais ou menos bem, até estava a começar a ser notada...
Tempo passado "tinha um plano", "estava a correr bem"...
Hoje tive uma pequena troca de palavras que deitou todo o meu plano por água abaixo.
Ainda tenho a frase "vêm ai tempos complicados, prepara-te para isso" a balançar dentro da mina cabeça.
Mais trabalho, mais empenho, mais do mesmo, mais mais mais....
E o que tenho em retorno?
A pequena possibilidade de talvez continuar com o pouco que tenho.
E a certeza absoluta que não vou ter mais do que isso.
(lá se vai o sonho de ter um subsidio de férias e outro de Natal, lá se vai o sonho de estar estável, lá se vai o sonho deter a possibilidade de sonhar...)
3 de maio de 2009
Preciso de comprar um torneira para a banheira. Mas estou apaixonada por estes...
Dizem que ando a dançar muito bem.
Dizem que já consigo rodar "comócaraças".
Dizem que já estou num nível um pouco mais à frente.
Dizem que já estou mesmo a precisar de comprar uns sapatos de dança.
Dizem que estou apaixonada por estes.
A cor é linda.
Que são a minha cara.
Mas eu na realidade preciso é de comprar uma torneira para a minha banheira.
Ó cruzes!!!!!
Dizem que já consigo rodar "comócaraças".
Dizem que já estou num nível um pouco mais à frente.
Dizem que já estou mesmo a precisar de comprar uns sapatos de dança.
Dizem que estou apaixonada por estes.
A cor é linda.
Que são a minha cara.
Mas eu na realidade preciso é de comprar uma torneira para a minha banheira.
Ó cruzes!!!!!
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das danças
...
O fim de semana dos grandes já vai pralá de meio, e nada de jeito foi feito. A casa está semi-limpa, os trabalhos antigos ainda estão por fazer, os retoques da casa por dar, praticamente não se saiu de casa para fazer alguma coisa de jeito. Não se aproveitou o bom tempo, não se aproveitou o sol.
Na sexta-feira, dia do feriado, acordou-se com o som alto da manifestação bem ao lado de casa. Foi discursos e música e banquinhas com comes e bebes e barulho por todo o lado. Foi uma dor de cabeça desde o inicio até ao fim do dia. è bom viver bem no centro da capital porque se está perto de tudo, mas também é mau viver no centro da capital porque tudo acontece à porta de casa, e muitas vezes, as coisas que acontecem não são as melhores.
Dançou-se uma vez, foi-se tomar café com os amigos uma vez.
Domingo à tarde espera-se que o humor melhore um pouco.
Nada de mais.
Nem um telefonema diferente, nem um convite diferente.
Estes dias estão-se a tornar demasiado repetitivos.
Na sexta-feira, dia do feriado, acordou-se com o som alto da manifestação bem ao lado de casa. Foi discursos e música e banquinhas com comes e bebes e barulho por todo o lado. Foi uma dor de cabeça desde o inicio até ao fim do dia. è bom viver bem no centro da capital porque se está perto de tudo, mas também é mau viver no centro da capital porque tudo acontece à porta de casa, e muitas vezes, as coisas que acontecem não são as melhores.
Dançou-se uma vez, foi-se tomar café com os amigos uma vez.
Domingo à tarde espera-se que o humor melhore um pouco.
Nada de mais.
Nem um telefonema diferente, nem um convite diferente.
Estes dias estão-se a tornar demasiado repetitivos.
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dos desabafos
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