Quem não chora, não mama.
Quem é bonzinho não é aquele que se safa, mas sim quem lixa o próximo.
Quem cala, consente.
Há filhos e há enteados.
O trabalho não enriquece, só enrijece.
(e tantas tantas mais...)
29 de janeiro de 2009
prioridades
Estou cansada de mais uma vez ser eu a puxar, a planear, a organizar, a fazer acontecer.
E ainda por cima ainda oiço "tu também queres organizar as coisas conta tanta antecedência!". E eu que só queria na quinta-feira à tarde, organizar um café para sexta feira à noite, ou seja, 24h antes.
Na realidade, como o meu convite não é interessante o suficiente, esperam até à última da hora por algo mais apelativo, e se não surgir, lá vão tomar café comigo.
É bom saber que estou no topo das prioridades das pessoas.
Ou então não.
E ainda por cima ainda oiço "tu também queres organizar as coisas conta tanta antecedência!". E eu que só queria na quinta-feira à tarde, organizar um café para sexta feira à noite, ou seja, 24h antes.
Na realidade, como o meu convite não é interessante o suficiente, esperam até à última da hora por algo mais apelativo, e se não surgir, lá vão tomar café comigo.
É bom saber que estou no topo das prioridades das pessoas.
Ou então não.
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dos desabafos
a resposta é: o destino
E quando se pensa que se perdeu tudo, que não vale a pena continuar, no final tudo vale a pena.

Este fim-de-semana vi o filme "Slumdog Millionaire", e acabei com o coração pequenino. Um filme forte, cheio de significados, uma história verdadeira que magoa mas também inspira. E que nos faz acreditar que final, tudo pode correr bem.
Ah, e que o amor tudo conquista.
Decididamente, vai para a minha lista de filmes VIP.

Este fim-de-semana vi o filme "Slumdog Millionaire", e acabei com o coração pequenino. Um filme forte, cheio de significados, uma história verdadeira que magoa mas também inspira. E que nos faz acreditar que final, tudo pode correr bem.
Ah, e que o amor tudo conquista.
Decididamente, vai para a minha lista de filmes VIP.
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dos filmes
28 de janeiro de 2009
eu, galdéria, me confesso!
Quando eu for velha, vou ser uma daquelas velhas galdérias, todas super arranjadas, que se fartam de fazer coisas, e de viajar, e tirar cursos de tudo e mais alguma coisa, e que nunca param quietas em casa.
E acima de tudo, espero ainda ter energia para dançar assim!
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E acima de tudo, espero ainda ter energia para dançar assim!
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das minhas coisas
a apertar
Das coisas mais difíceis da vida, é assistir de primeira fila a alguém morrer.
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dos desabafos
circulos ou quadrados? verde ou vermelho? mais para cima ou mais para baixo?
Quando a falta de inspiração nos bate assim bem forte, e por acaso até trabalhamos numa área criativa, e só por mero acaso até estamos atulhados de trabalho até à ponta dos cabelinhos (que por acaso até estão assim pró compridos demais a precisar urgentemente de serem cortados)....
é pá, estamos lixados!
(fosgasse!)
é pá, estamos lixados!
(fosgasse!)
como é que eu sei que não ando bem da cabeça
Todos os dias eu ando de autocarro, pelo menos duas vezes ao dia. E por isso, todos os dias tenho que tirar o passe da carteira, passar lá naquelas maquinetas, ouvir o "piiii" que me permite ter acesso, e continuar alegremente a minha vidinha.
E todos os dias, no emprego, tenho que passar o meu cartão de funcionária, para poder passar nos torniquetes que controlam a entrada e a saída dos funcionários. Pelo menos duas vezes ao dia, uma para entrar no edifício, a outra para sair. Se por acaso me lembrar de sair à hora do almoço, é juntar mais duas passagens à conta anterior.
Para não estar sempre a tirar a carteira para estas várias operações, optei por juntar estes dois cartões numa pequena bolsa plástica, que tenho sempre numa das bolsinhas da mala.
Esta bolsinha é, sem sombra de dúvidas, o objecto que eu tiro mais da mala. E dos que mais uso ao longo do dia.
Por isso ontem, quando cheguei a casa, completamente distraída por vir a falar ao telemóvel com uma das "gaijas", e depois de um dia de trabalho dos grandes, em vez se tirar o molho de chaves para abrir a porta, o que é que eu tirei mesmo da mala?
A bela da bolsinha plástica, com o passe e o cartão de funcionário.
O que vale é q cinco segundos depois a minha sanidade mental voltou ao lugar, e lá retirei o molho de chaves que me permitiu entrar em casa.
Eu não sou normal.
Mas isso já eu sabia há muitooo tempo....
E todos os dias, no emprego, tenho que passar o meu cartão de funcionária, para poder passar nos torniquetes que controlam a entrada e a saída dos funcionários. Pelo menos duas vezes ao dia, uma para entrar no edifício, a outra para sair. Se por acaso me lembrar de sair à hora do almoço, é juntar mais duas passagens à conta anterior.
Para não estar sempre a tirar a carteira para estas várias operações, optei por juntar estes dois cartões numa pequena bolsa plástica, que tenho sempre numa das bolsinhas da mala.
Esta bolsinha é, sem sombra de dúvidas, o objecto que eu tiro mais da mala. E dos que mais uso ao longo do dia.
Por isso ontem, quando cheguei a casa, completamente distraída por vir a falar ao telemóvel com uma das "gaijas", e depois de um dia de trabalho dos grandes, em vez se tirar o molho de chaves para abrir a porta, o que é que eu tirei mesmo da mala?
A bela da bolsinha plástica, com o passe e o cartão de funcionário.
O que vale é q cinco segundos depois a minha sanidade mental voltou ao lugar, e lá retirei o molho de chaves que me permitiu entrar em casa.
Eu não sou normal.
Mas isso já eu sabia há muitooo tempo....
a tocar por aqui (1)
ou dos videoclips mais bonitos que alguma vez já vi.
Oren Lavie - Her Morning Elegance
Oren Lavie - Her Morning Elegance
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a tocar por aqui
26 de janeiro de 2009
de domingo
Lisboa - Torres Vedras - Óbidos - Caldas da Rainha - Guisado - Foz do Arelho - Peniche - Praia da Consolação - Praia da Areia Branca - Lourinhã - Lisboa.
Pelo caminho 200km; um dia cheio de paisagens belíssimas; um restaurante fantástico, super acolhedor e com uma comida divinal (o truque é não comer durante uma semana e mesmo assim levar um tupperware!); uma praça cheia de produtos frescos e directamente do produtor; um mar revolto cheio de ondas altas e brancas, mas mesmo assim cheio de beleza, um vento frio de cortar; e muitos quilómetros de mão dada.
E no final do dia, um coração cheio.
Gosto. Muito.
(e ainda continua a assustar comócaraças)
Pelo caminho 200km; um dia cheio de paisagens belíssimas; um restaurante fantástico, super acolhedor e com uma comida divinal (o truque é não comer durante uma semana e mesmo assim levar um tupperware!); uma praça cheia de produtos frescos e directamente do produtor; um mar revolto cheio de ondas altas e brancas, mas mesmo assim cheio de beleza, um vento frio de cortar; e muitos quilómetros de mão dada.
E no final do dia, um coração cheio.
Gosto. Muito.
(e ainda continua a assustar comócaraças)
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das minhas coisas
23 de janeiro de 2009
coisas que me fazem assim um bocadinho de confusão
Putos a armarem-se em cão com pulgas, e se acham o rei da cocada.
E li-te-ral-men-te a faltarem ao respeito aos seus superiores hierárquicos.
Estou chocada, acho que é essa palavra....
Cho-ca-da!
E li-te-ral-men-te a faltarem ao respeito aos seus superiores hierárquicos.
Estou chocada, acho que é essa palavra....
Cho-ca-da!
coisas doces
Estes chocolates são uma perdição.
E pior ainda, agora já não se vendem só no Porto.
Há uma loja n0 Picoas Plaza, que para meu desespero, fica já ali ao virar da esquina....
E pior ainda, agora já não se vendem só no Porto.
Há uma loja n0 Picoas Plaza, que para meu desespero, fica já ali ao virar da esquina....
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coisas boas
da familia
Tenho a sorte de ter uma famelga relativamente grande.
Vários tios de ambos os lados, vários primos, e malta que até se dá bem.
E tenho a grande grande sorte de ainda ter todos os meus avós vivos. E de até ter conhecido 4 bisavós. Isso sim, foi um grande privilégio.
No entanto, tal com eu já estou a caminho dos 30, também os meus avós estão a caminho dos 80. Uns com mais saúde que outros.
E que custa, claro.
Neste preciso momento, tenho o meu avô paterno a morrer.
De dia para dia tem mais problemas de coração, menos equilíbrio, menos acção, menos independência. Todos os dias que passam deixa de ser um bocadinho menos o meu avô Hermes.
E chegou aquela altura em que a segunda geração tem que se olhar no espelho, arranjar coragem, e tomar decisões.
Muda-lo de casa, ir para um lar, a minha avó Maria também não está bem, arranjar alguém para tratar deles, o que fazer?
Mas claro, é nesta altura que afinal a famelga até não se dá assim tão bem, afinal estão todos ocupados, tu és mais filho que eu, eu só sou a nora, tu é que és o filho. E toca de empurrar a tomada de decisões de um lado para o outro, e se eu fechar os olhos até parece que está tudo bem.
O meu avô está a morrer, e ninguém quer encarar a realidade.
Chamem-me fria, podem dizer que eu não tenho coração, podem dizer que eu tenho mau feitio, podem-me chamar chata, podem falar mal de mim o que quiserem, mas neste momento o importante é ele, e custa-me ver que ninguém se quer mexer.
E um dia destes eu chateio-me a sério, e começo a dizer uma verdades muito bem ditas.
E depois a famelga que é tão fixe se calhar já não vai ficar assim tão fixolas...
Vários tios de ambos os lados, vários primos, e malta que até se dá bem.
E tenho a grande grande sorte de ainda ter todos os meus avós vivos. E de até ter conhecido 4 bisavós. Isso sim, foi um grande privilégio.
No entanto, tal com eu já estou a caminho dos 30, também os meus avós estão a caminho dos 80. Uns com mais saúde que outros.
E que custa, claro.
Neste preciso momento, tenho o meu avô paterno a morrer.
De dia para dia tem mais problemas de coração, menos equilíbrio, menos acção, menos independência. Todos os dias que passam deixa de ser um bocadinho menos o meu avô Hermes.
E chegou aquela altura em que a segunda geração tem que se olhar no espelho, arranjar coragem, e tomar decisões.
Muda-lo de casa, ir para um lar, a minha avó Maria também não está bem, arranjar alguém para tratar deles, o que fazer?
Mas claro, é nesta altura que afinal a famelga até não se dá assim tão bem, afinal estão todos ocupados, tu és mais filho que eu, eu só sou a nora, tu é que és o filho. E toca de empurrar a tomada de decisões de um lado para o outro, e se eu fechar os olhos até parece que está tudo bem.
O meu avô está a morrer, e ninguém quer encarar a realidade.
Chamem-me fria, podem dizer que eu não tenho coração, podem dizer que eu tenho mau feitio, podem-me chamar chata, podem falar mal de mim o que quiserem, mas neste momento o importante é ele, e custa-me ver que ninguém se quer mexer.
E um dia destes eu chateio-me a sério, e começo a dizer uma verdades muito bem ditas.
E depois a famelga que é tão fixe se calhar já não vai ficar assim tão fixolas...
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mau feitio
olha a minha sorte

O gajo que neste momento é o mais importante do mundo,que tem uma crime mundial para resolver, que tem um mega país para gerir, mesmo assim ainda arranja tempo para seguir as minhas singelas palavrinhas.
Eu devo ser mesmo VIP!
Será que se eu lhe manda uma mensagem a perguntar se ele me consegue arranjar uma cunha para um emprego lá nos Estates, será que ele me responde?
Isso sim, é que era fixe!
21 de janeiro de 2009
quem em manda a mim não estar caladinha no meu canto...
Tanto pedinchei, agora não me posso queixar... tenho trabalho para dar e vender!
Um flamingo, um herois do mar, uma crise, uma campanha, um socialista e um Pedro...
Cinco totalmente diferentes, nenhuma inspiração para nenhum...
Isto tá bonito, está!
troco neve pelo metro!
Já todos percebemos que está um frio de rachar.
Já todos percebemos que também chove a cântaros.
E já todos percebemos que faz-se sentir um ventinho assim a roçar o polar.
Então porque carga de água é que neva em todo o lado menos na capital!?!?!?
Já chega de discriminações!
Vá, troco três estações de metro, mais um centro comercial dos grandes (pode ser o Vasco da Gama, aquilo é giro, espaçoso, até tem uma vista gira sobre o rio), por cinco míseros centímetros de neve.
Vá lááááááááá....................
Já todos percebemos que também chove a cântaros.
E já todos percebemos que faz-se sentir um ventinho assim a roçar o polar.
Então porque carga de água é que neva em todo o lado menos na capital!?!?!?
Já chega de discriminações!
Vá, troco três estações de metro, mais um centro comercial dos grandes (pode ser o Vasco da Gama, aquilo é giro, espaçoso, até tem uma vista gira sobre o rio), por cinco míseros centímetros de neve.
Vá lááááááááá....................
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meteorologia
da política internacional
No dia em que o mundo mudou, e pela primeira vez na história mundial, um afro-americano chega a chefe supremo do país mais influente do mundo, a grande preocupação da maioria das pessoas, é ficar acordado até tarde para ver como é que a primeira-dama vai vestida.
E sinceramente, entre um Ferrero Roche, e um nenúfar branco... não soltei um único UAU!
E sinceramente, entre um Ferrero Roche, e um nenúfar branco... não soltei um único UAU!
15 de janeiro de 2009
das modas
Mais uma moda se instalou em Portugal, ou pelo menos em Lisboa.
Ir ao Starbucks.
Que são os melhores cafés do mundo, porque se pode misturar tudo e mais alguma coisa no café, porque os capucchinos são maravilhosos, porque os queques são divinais.
Mas para mim em particular, ir ao Satarbucks apresentam vários problemas.
Primeiro, o preço exorbitante que pedem por cada bebida. €4,50 por um misero café? Fosgasse!
Segundo ponto, e talvez o mais importante de todos: eu não gosto de café... portanto 80% das coisas que se podem beber estão fora de questão. Ah e tal, mas tens o chocolate quente! Pois, mas eu também não gosto de leite... por isso resta-me mesmo só os chás, que são tipo dois. E se aqui aplicarmos o primeiro ponto, em que diz que as coisas são todas caríssimas, acho que só vou mesmo ao Starbucks ver as vistas.
Tem os queques e tal... mas a largura da minha cintura também já não me permite grandes aventuras.
Portanto, quando é que vamos ao Starbucks mesmo?
do tempo que se faz sentir
Depois do frio, agora é a chuva.
E claro, tuga que é tuga, mal sente um bocadinho de água a cair, abranda logo, e são engarrafamentos atrás de engarrafamentos que só visto.
Ó que treta de Inverno!
Quando é que é Primareva mesmo?
E claro, tuga que é tuga, mal sente um bocadinho de água a cair, abranda logo, e são engarrafamentos atrás de engarrafamentos que só visto.
Ó que treta de Inverno!
Quando é que é Primareva mesmo?
14 de janeiro de 2009
um dia vou dar a volta ao mundo em 80 dias
Matt passou 14 meses em viagem, visitou 42 países, e dançou em milhares de cidades. E filmou tudo, para mais tarde recordar.
Simplesmente delicioso.
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momentos kodak
por ter uma nova casa
agora que lhe voltei a tomar o gosto, não quero outra coisa...
escrever, escrever, escrever....
escrever, escrever, escrever....
depois não me venham cá dizer que a juventudo de hoje em dia não está perdida!
EUA
Adolescente enviou 14.528 mensagens escritas de telemóvel num mês
Os pais de uma adolescente norte-americana de 13 anos ficaram perplexos quando, ao abrir a factura mensal do telemóvel da sua filha descobriram que esta tinha enviado 14.528 mensagens de texto num só mês.
via Sic Online.
Adolescente enviou 14.528 mensagens escritas de telemóvel num mês
Os pais de uma adolescente norte-americana de 13 anos ficaram perplexos quando, ao abrir a factura mensal do telemóvel da sua filha descobriram que esta tinha enviado 14.528 mensagens de texto num só mês.
via Sic Online.
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está tudo doido
das festas felizes
Um Natal passado em famelga, mesmo aquela que está longe.
Algumas prendas, demasiada comida, uma festa que estamos o ano todo à espera que venha, e que em menos de nada, passa a correr.
Fim de ano era para ser passado a dançar, acabou por ser passado no sofá de amigos, a comer ainda mais, e falar até altas horas da noite. Passou-se.
O ano velho pouco deixou saudades. O ano novo pouco promete.
A vida agora é vivida dia a dia.
Vamos lá ver se desta vez dá mais resultado...
Algumas prendas, demasiada comida, uma festa que estamos o ano todo à espera que venha, e que em menos de nada, passa a correr.
Fim de ano era para ser passado a dançar, acabou por ser passado no sofá de amigos, a comer ainda mais, e falar até altas horas da noite. Passou-se.
O ano velho pouco deixou saudades. O ano novo pouco promete.
A vida agora é vivida dia a dia.
Vamos lá ver se desta vez dá mais resultado...
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sem saber bem o que escrever
das doenças
Por estes lados estamos doentes à mais de um mês. Entre espirros, tosse, expectoração, uma voz que volta e meia foge, milhares de milhões de lenços de papel usados, e um nariz que não pára de produzir coisas verdes, por aqui continuamos.
Já deixei andar a ver se tudo passava sozinho. Não resultou.
Já fui à farmácia e tomei daqueles comprimidos da trata tio C-gripe. Não resultou.
Já fui ao médico e estou a tomar duas bombas de antibióticos de 12h em 12h.
Desta vez tem que resultar, porque se me assoar outra vez, acho que é desta que o meu nariz cai de certeza.
Todos os anos é a mesma coisa.
Acabo o ano constipada ou começo o anos constipada.
Mas desta vez já chega, tá bem?
Já deixei andar a ver se tudo passava sozinho. Não resultou.
Já fui à farmácia e tomei daqueles comprimidos da trata tio C-gripe. Não resultou.
Já fui ao médico e estou a tomar duas bombas de antibióticos de 12h em 12h.
Desta vez tem que resultar, porque se me assoar outra vez, acho que é desta que o meu nariz cai de certeza.
Todos os anos é a mesma coisa.
Acabo o ano constipada ou começo o anos constipada.
Mas desta vez já chega, tá bem?
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fartinha de estar doente
ano novo, vida nova, casa nova
A frase pode já ser velha, e o desejo muito antigo.
Mas desta é que é.
Esta é a minha nova casa.
Com paredes azuis, muito altas. E um corredor torto. E um sofá castanho, que está numa sala redonda.
Esta é a minha nova casa.
Este é o meu reset blogosférico.
Ano novo, vida nova, casa nova.
A ver vamos o que vem por ai....
Mas desta é que é.
Esta é a minha nova casa.
Com paredes azuis, muito altas. E um corredor torto. E um sofá castanho, que está numa sala redonda.
Esta é a minha nova casa.
Este é o meu reset blogosférico.
Ano novo, vida nova, casa nova.
A ver vamos o que vem por ai....
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