18 de maio de 2011

os homens e as doenças

Sábado passado, festinha dos 3 anos da sobrinha pirralha nº2.
Para manter a tradição, tia babada levou o bolo, com uma Hello Kitty e um Panda, conforme o pedido da sobrinha pirralha.
Casa cheia de adultos, casa ainda mais cheia de miúdos, porque de ano para ano os adultos trazem cada vez mais anexos dos pequenos.
Sobrinha pirralha nº2 entre o fascinada com a festa e o murcho, o que deixa mãe da sobrinha um pouco preocupada. Principalmente porque na semana anterior, andou um surto de varicela na escolinha da miúda, e ai meu Deus que a miúda está a ficar com pintinhas!
Fim da festa, e é mais que óbvio que sobrinha pirralha nº2 está adoentada com a doença das pintas, mãe da sobrinha em pânico por ter exposto o resto das crianças, mas todos dramatizam a coisa, está tudo bem, tudo calmo, pode acontecer a qualquer um.
No entanto, olho para o lado e vejo que ele está com ar de pânico.
Porquê? Ele nunca teve varicela.
E naquela cabeça de homem já estão a passar todos os cenários e mais alguns que envolvem dores, pintas, comichão, dores e mais dores.
E eu só me ria.
E ele cada vez mais em pânico só dizia que se queria ir embora.
E eu ria-me.

No final, lá se acalmou quando percebeu que afinal não esteve assim tão exposto ás pintas, que afinal não está a passar por nenhum perigo de morte, e que se um dia ele próprio quiser ter anexos dos mais pequenos, vai ter que passar por isso e por muito mais.

Os gajos são tão medricas, credo!

17 de março de 2011

das diferenças

Terça-feira: mesmo depois de um dia hiper-mega-stressante (entre greve do metro, dar formação pela primeira vez aos colegas, e uma crise existencial que se instalou à muito), chegou-se a casa eram 19h30, e em vez de ir dormir, calçou-se os tenis de corrida, e foi-se dar duas voltas das grandes a correr à volta do jardim. Seguidas. Tipo 8 minutos sem interrupções. 1,5 km seguidinhos sem cair para o lado. Depois mais duas volta das pequenas a andar e mais duas das pequenas a correr.

Quinta-feira: acorda-se cedo, mas acorda-se cheia de alergia e sinusite. Assim uma camadinha daquelas bem grandes. Ainda se tenta correr qualquer coisa de jeito, mas ao final de uma volta das grandes tem que se desistir, porque a falta de ar é tanta que acha que se vai cair para o lado a qualquer momento.

Resumo: a falta que faz ter um nariz a funcionar correctamente...

(estou farta de ter alergia, estou farta de ter alergia, não quero a Primavera, volta Inverno, estou farta de ter alergia, estou farta de ter alergia, não quero a Primavera, volta Inverno,estou farta de ter alergia, estou farta de ter alergia, não quero a Primavera, volta Inverno....)

23 de dezembro de 2010

desculpem-me o palavreado

Foda-**, será que não há a porcaria de um Natal em que eu não esteja doente!?!? Mas porque é que hoje acordei com dores de garganta? Porque é que já me tá a doer o corpo?!?!

Chiça, já é assim desde pequena, com amigdalites fulminantes que aparecem no dia 24 e que apenas eram curadas por doses cavalares de injecções de penicilina.

NÃOOOOO QUEROOOOO!!!!!

3 de novembro de 2010

é a PDI a atacar em força

Olhos a arder e super pesados: check!
Garganta super seca e parece que tenho uma fogueira lá dentro: check!
Nariz completamente entupido como se tivesse betume lá dentro: check!
Cabeça pesada e zonza: check!

É oficial, estou com alergia/sinusite...

20 de setembro de 2010

Retiro o que disse

A coisa mais dolorosa do mundo é a porra do torcicolo que me está a atacar o lado esquerdo do corpo desde hoje de manhã quando acordei, e que não me deixa virar o pescoço para lado nenhum.

Estou aqui que nem posso, até mexer os olhinhos já me dói.

E a última vez que estive assim, a coisa só passou ao fim de duas semanas, depois de algumas sessões de injecções... e eu não quero levar injecções!

qual partir os ossos, qualquer quê!

A coisas mais dolorosa do mundo é ter um corte de papel, bem na ponta do dedo indicador direito.

Aquele dedo que se usa para tudo e mais alguma coisa: carregar no botão do elevador, coçar o nariz, escrever no teclado... tudo!

5 de abril de 2010

a p**ta da Primavera está a chegar

E como é que eu sei isso?

Tenho os olhos a arder, o nariz sempre a picar de tanta comichão que tenho, e não paro ou de espirrar ou de tossir.
E já perdi a conta a quantos lenços de papel gastei.


(eu não tenho alergia, eu não tenho alergia, eu não tenho alergia....)

18 de dezembro de 2009

vai e volta

Diz que estive outra vez mais doente, mais um dia em casa, mas uma visita ao médico (que nem 2 minutos durou), mais uma dose industrial de comprimidos dos grandes para engolir de 12 em 12h.

Dizem que hoje já estou um pouco melhor, já não tenho tosse de 2 em 2 segundos, e o nariz já não me vai cair de tanto assoar.

Dizem que estou doente, e eu estou farta disto.

15 de dezembro de 2009

ora toma lá molho que é para aprenderes!

O evento dos geeks durou 3 dias, no edifício mais comprido de Portugal, e além de programação, a frase que mais que ouviu foi "tá friooooooooooooo!"
E que frio que se fez sentir... tanto que eu no segundo dia fui munida com 3 camisolas, cobertor e chaleira para aquecer água e fazer chá quente.

Mas mesmo assim a coisa tinha que dar para o torto...
O evento acabou sábado, a coisa no domingo tava ok, na segunda à noite comecei a sentir umas estranhas na garganta, na terça já me doía o corpo todo e na quarta não sai da cama...
Apartir dai foi sempre a descer: quinta o dia foi passado a dormir, na sexta estiquei-me e arrisquei sair á rua, claro que sábado estava de rastos e acordei eram 5 da tarde. Domingo não arrisquei e fiquei fechada em casa.
Pelo meio alguma febre, muita tosse, muito nariz entupido, uma cabeça mais que tonta, um corpo super dorido, alguns espirros, muitos lenços de papel e dois rolos de cozinha gastos.

E um concerto dos Editors que não se foi, e um jantar de natal da salsa que ficou por ir, e um jantar de hiper sushi que não foi devidamente desfrutado.
E 5 dias fechada em casa sem ir trabalhar.

Como eu odeio estar doente!

A chefinha bem avisou: cuidado com o frio!

1 de julho de 2009

até andas de maneira diferente!

Foi o que uma colega de trabalho me disse no inicio da semana, ao ver-me passar no corredor.

Quatro semanas depois, já em consigo sentar sem soltar dois suspiros profundos, e levantar já não é um martírio.
A única coisa que me custa é estar sentada durante muito tempo, principalmente em superfícies muito rijas, mas devagarinho a coisa chega lá.

Uma coisa é certa: agora, de cada vez que vejo umas escadas à minha frente, a primeira coisa que faço é agarrar-me ao corrimão.

Isso, e a certezinha absoluta que eu um dia ainda vou arrancar a cabeça da minha vizinha lavadoura de escadas.
E de uma maneira bem longa e dolorosa.
Assim tipo ás dentadas...

9 de junho de 2009

bad bad idea...

Hoje de manhã, com o relógio a passar mais rápido do que devia, e o autocarro a ameaçar ir embora, decidi correr atrás do mesmo...

Muito má ideia.... muitoooooo má ideia mesmo...

(dores... do-res!)

4 de junho de 2009

mais do mesmo

Sim, continuo deitada em casa.
Sim, continuo cheia de dores.
Sim, ainda não me consigo sentar.
Sim, também me custa a andar.
Sim, estou farta de estar quieta. Já sei que isto é tipo umas férias forçadas, mas o facto de estar fechada em casa com dores, não ajuda muito ao sentimento.
E para ajudar à coisa, as enfermeiras do centro de saúde são umas carniceiras, e agora doí-me o rabo em três sítios diferentes, á conta das injecções que já levei. A de hoje até me prendeu a perna! e sai sangue tipo cascata... só de me lembrar que ainda faltam mais três injecções , até me arrepio toda!!
E hoje não aguentei, e tive de ir à farmácia pedir mais qualquer coisa para as dores "preciso de drogas!!", foi o que disse à farmacêutica. Acho que ela percebeu pela minha cara que eu estava mesmo desesperada...

Detesto estar doente, detesto sentir-me inútil, detesto ver o tempo a passar e eu a ter a sensação que o estou a desperdiçar.

detesto isto...

3 de junho de 2009

do dia pós trauma

Afinal, continuo em casa, deitada no sofá, de rabo para o ar, com gelo em cima do dito.
De manhã quando acordei, acho que ainda tinha mais dores do que ontem, e só o facto de atravessar a rua para ir ao centro de saúde levar a segunda dose de injecções, foi um verdadeiro suplicio.
Acabei por desistir da ideia de ir trabalhar, só de pensar que tinha de ficar o dia todo sentada... era impossível.
Confesso que pela primeira vez nestes 3 dias, vieram-me as lágrimas aos olhos por causa das dores.

Então cá estou eu no sofá.
A tentar trabalhar deitada, com o pc á frente, entre ver emails e desenhar blogs.

E claro, a ouvir a retroescavadora que está mesmo por baixo da minha janela, a arranjar o buraco feito pelos senhores da EPAL o ano passado, e que por ali continua aberto. Ah, e claro, o berbequim do vizinho do lado, que hoje decidiu pendurar tudo o que é quadro lá em casa.

Ao menos a enfermeira que me atendeu hoje, não foi tão carniceira como a de ontem, e quase que não me doeu nada a injecção, ao contrário da de ontem, que ainda me doí comócaraças.

Volto a perguntar, o que é que me falta mesmo acontecer?

2 de junho de 2009

o meu rabo, a cera pró chão, e a vizinha de cima

E o que é que estas três coisas tão estranhas têm em comum??!??!
Todas elas entraram em sintonia na segunda-feira de manhã, e por causa disso, estou neste momento em casa, deitada no sofá, de rabo para o ar, com um saco de gelo em cima do dito.
E porquê?
Segunda-feira, 9h30 da manhã, euzinha sai de casa, a caminho do trabalho.
Como todas as segundas-feiras, euzinha encontra a vizinha de cima, que está a lavar as escadas.
Da porta da mansão de euzinha, até à rua, são três lanços de escadas, cada um com seis degraus.
Vizinha de cima encontra-se no primeiro patamar, e grita para euzinha para ter cuidado com as escadas, que estão lavadas. "menina, puxe as calças para cima para não se sujar, tenha cuidado".
Euzinha pensa "a vizinha deve ter lavado as escadas com lixívia, pronto, tá bem, bora lá segurar nas calças!".
Euzinha olha para as escadas, molhadas, segura nas calças e dá um passo em frente.
Euzinha "voa" literalmente pelas escadas abaixo, batendo em todos os 12 degraus com o rabo, antes de "aterrar" no segundo patamar, mesmo em cima da vizinha lavadoura de escadas, que estava cá em baixo aos berros a dizer para eu ter cuidado.
Dores, muitas.
Rabo a latejar, muito.
Vizinha pega em euzinha, "ai menina que já se partiu toda, ai menina que já sujou as calças todas!".
Euzinha vê tudo a andar à roda, mas pelo menos sente-se inteira, mais ou menos.
Vizinha grita"ai as suas calças!".
Euzinha só pergunta "mas lavou as escadas com lixívia?"
Vizinha volta a gritar "ai as suas calças!"
Euzinha pergunta de novo "mas é lixívia?"
Vizinha lá responde "não, é cera!"

Ou seja, euzinha tinha acabado de "voar" dois lances de escadas de madeira, batendo em cada um dos seus 12 degraus com o rabo, todos devidamente encerados com cera.

Euzinha consegue-se soltar a vizinha enceradora de escadas, e ir para o trabalho.

Claro que lhe doia tudo.
Claro que nem se conseguia aguentar sentada.
Claro que os colegas gozaram o prato quando euzinha lhes conta a historia, e com as trocas e voltas que euzinha tem que fazer para se conseguir levantar da cadeira.

Três da tarde, euzinha não se aguenta mais com dores de costas (ok, é verdade, as dores são é no rabo!!), e vai até ao centro de saúde.
Quatro da tarde, euzinha é reencaminhada para o hospital.
Cinco da tarde, euzinha entra no hospital.
Euzinha é logo atendida (espanto!), faz imediatamente três RX (espanto!), é de novo vista por um médico ortopedista (espanto!), fica descansada porque não tem nada partido, apenas tudo muito dorido (aqui sem espanto nenhum).
Médico pergunta a euzinha "tem alguma coisa contra injecções??!?!?"
Euzinha torce o nariz, mas que remédio, venham elas.
Tratamento: seis injecções de um relaxante muscular e um anti-inflamatório.
Seis da tarde, uma hora depois de ter entrado no hospital, euzinha está a caminho de casa (mega-espanto!).
Terça de manhã, euzinha não se consegue sentar nem em sonhos, andar é complicado, estar deitada é mais ou menos.
Euzinha vai ao centro de saúde, onde enfermeira nada simpática e com dotes carniceiros lhe espeta uma agulha, no rabo claro (espanto!), e lhe envia meio litro de liquido para dentro do mesmo.

Resumo da coisa: dói-me tudo e mais alguma coisa, tenho o rabo feito num oito, doí-me o coccix da mega queda que dei, mais a bochecha por causa da enfermeira carniceira e a sua injecção. Só de saber que vou ter que levar mais cinco, até me arrepio.
Não me consigo sentar, andar é com dificuldade, claro que hoje não fui trabalhar e eu com tanto trabalho em atraso.

Agora a pergunta é: será que não há nada que não me aconteça nesta p**a de vida??!!??!!?


30 de abril de 2009

porcaria da febre dos fenos...

Tenho o nariz aos pulos com comichão, os olhos a arder, a garganta arranhada como se tivesse comido palha de aço, mas eu continuo a gritar bem alto...

EU NÃO TENHO ALERGIA, EU NÃO TENHO ALERGIA, EU NÃO TENHO ALERGIA, EU NÃO TENHO ALERGIA, EU NÃO TENHO ALERGIA, EU NÃO TENHO ALERGIA, EU NÃO TENHO ALERGIA, EU NÃO TENHO ALERGIA, EU NÃO TENHO ALERGIA, EU NÃO TENHO ALERGIA, EU NÃO TENHO ALERGIA, EU NÃO TENHO ALERGIA, EU NÃO TENHO ALERGIA, EU NÃO TENHO ALERGIA, EU NÃO TENHO ALERGIA, EU NÃO TENHO ALERGIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!