18 de maio de 2009

ufa, preciso de descançar!

A muito custo, lá se consegui sobreviver a três dias intensos de dança. Tenho dores musculares em tudo o que é canto do corpo, e descobri que se consegue abanar partes do corpo que eu nem sabia que elas podiam mexer, mas depois de ver os melhores do mundo a dançar, é oficial, eu pareço uma mistura entre um frigorífico e uma tábua de engomar a dançar. E ás vezes sou uma betoneira, porque rebolo bem a cintura.
No entanto, há quem diga que eu até danço muito bem. E é claro que eu não acredito neles.

Sexta-feira, espectáculo com a melhor escola de Salsa de Lisboa, com o melhor par do mundo, e com o melhor grupo do mundo. Parte muito boa da coisa: os bilhetes podem ter sido estupidamente caros, mas ao menos ficou-se sentada na segunda fila. Até deu para ver as lantejoulas a voarem! E ficar babada com a técnica e a criatividade daquela gente.
Segui-se a festinha, onde se dançou pouco, para poupar o corpo para os workshops do dia seguinte.

Sábado, acordar cedo, preparar a marmita, e ter de apanhar o metro para ir salsar, já que alguém decidiu fazer a Bênção das Fitas mesmo ao lado do Congresso.
E começou a loucura de movimentos. 2 horas de salsa a par com o melhor bailarino do mundo (e o mais giro também!). Pausa para almoço, mais duas horas de rumba como o segundo melhor bailarino do mundo (giro que até doía!), seguida de duas horas de salsa avançada a par, com o melhor par do mundo. Desisti ao fim de duas voltinhas. Aquilo era complicado como tudo! Pelo menos deu para ver que ainda muito trabalho pela frente! Ainda era suposto fazer mais 2 horas de salsa a par, desta vez iniciados, mas estávamos tão doridos, que acabamos por ir para casa descansar um bocado, para nos aguentarmos para a mega-festa de sábado á noite.

Segunda parte do espectáculo, mas muita baba com os movimentos daquela gente, seguido de mega-festa de Salsa. Gente que era gente no mundo da dança, estava lá toda a gente. Pessoas do Algarve, Coimbra, Porto, Aveiro, Lisboa... era vê-los a rodar! E para ajudar à festa, os melhores do mundo também se juntaram à malta básica, e foi babanço a noite inteira... Ambiente espectacular, gente gira, música da boa... a melhor festa da capital e arredores.

Domingo é que foi o descalabro. Supostamente era para acordar ás 10h da manhã, mas as dores no corpo eram tantas, que nem até mexer os olhinhos era doloroso! A muito custo, consegui arrancar o corpo da cama era meio-dia, e seguimos para fazer duas horas de ladys/mens styling com os melhores do mundo.
E foi... a loucura!
A gaja é boa, e abanasse de uma maneira brutal, e mexe as mãos como eu nunca vi... e eu perdi-me toda, mas adorei!
Claro que o corpo ainda ficou mais partido, mas ainda restou um bocadinho de energia para ir à festa de aniversário da sobrinha pirralha, e matar saudades de metro e meio de gente...
Voltar a correr para ver a última parte do espectáculos, desta vez só com artistas portugueses, fartar-me de rir com as más figuras de certas pessoas (tá gordo que nem um texugo e ela com umas trombas que vão daqui até Marte!), e ficar completamente deliciada com putos de 17 a dançar como eu nunca vi, ali está potencial a olhos vistos!

Terminar a noite com mais uma dança, o corpo já pede descanso, e infelizmente o dia seguinte é de trabalho.

Notas a reter: eu até nem danço nada mal, mas claro que nunca vou ser uma profissional da coisa, acima de tudo estou nisto para me divertir. Os sapatos roxos são lindos. Pela é serem estupidamente caros. E claro, meter sempre férias a seguir a estes congressos, que o corpo pede descanso!

E agora, para um último babanço.... os melhores do mundo!

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