12 de janeiro de 2010

dos homens grandes azuis

Duas horas e meia de efeitos fantásticos, de uma história que de original tem pouco mas que mesmo assim não deixa de cativar. E eu cheguei à conclusão que o meu cérebro não gosta muito de imagens em 3D, porque sai do cinema com uma dor de cabeça monumental.
Mas mesmo assim não deixe de sonhar, de me emocionar, de desviar a cabeça de coisas que afinal não existem e não vinham em direcção a mim, de rir, de dar pulos na cadeira com os sustos que apanhei, e de ficar deslumbrada com as imagens de uma natureza que devia servir de exemplo à nossa.

Sem comentários: