13 de janeiro de 2011

notas mais que soltas

  • Passou mais um ano sem deixar saudades, com algumas recordações grandes e boas, mas no fundo, passou-se Foi um ano difícil, bravo e agreste, com alguns momentos altos (a visita ás áfricas como ponto marcante!), mas que no resumo total da coisa, custou comócaraças a passar. Mas também, qual dos últimos anos é que foi calmo e tranquilo... ?
  • Como sempre, acabei o ano doente. Um brutal torcicolo não me deixou acabar o ano a dançar loucamente, mas antes sentadinha numa cadeira a mexer os olhinhos. Porque tudo me doía. E doeu durante uma semana no lado direito (com direito a muito comprimido e claro a injecção da praxe!), e que depois migrou para o lado esquerdo durante mais uma semana, para nenhum dos lados ficar com ciumes do outro.
  • Depois de há 3 anos atrás o progenitor masculino se ter mudado para outro continente, agora é a progenitora feminina que se junta a ele, definitivamente. Finalmente vou realizar o sonho de qualquer adolescente: livrar-me dos progenitores, assim para bem longe. Pena que já não sou adolescente, e que a progenitora feminina, que antes não me deixava respirar, agora simplesmente nem sequer se lembra que tem descendência.
  • Estou cada vez mais desiludida com o mundo dos verdinhos. O mega-convite para a mega-nova-posição revelou-se um presente envenenado, e de coisas novas e giras que era suposto fazer, apenas sobram as coisas. Se antes a motivação para trabalhar era pouca, agora pouca ou nada é.
  • Fez três anos que estou a habitar sozinha na casa das paredes azuis. Neste ultimo ano não foi bem sozinha, e o quarto do meio ganhou uma habitante nova, que acima de tudo é uma fixolas.
  • Os bolos tiveram um aumento no final do ano, mas agora estão semi-parados. Há que fazer contas de novo, há que repensar objectivos, há que repensar no que se quer daqui para a frente. Eu gosto de fazer bolos. Mas os bolos podem é não gostar de mim.
  • E agora para abanar tudo e mais alguma coisa, encontrei a cara-metade. Aquela que me faz sorrir e sonhar acima de tudo. Aquela que me faz suspirar e dizer "então é isto...". E aquela que me faz fazer planos a um futuro distante.
  • Que venha dai 2011, que o futuro promete.

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