Depois de 15 dias com temperaturas médias de 28 graus, voltasse a aterrar em aterrar lusas.
Chegasse ás 6h da manhã depois de uma noite inteira em viagem (quem disse que dormir no avião era fácil está muito enganado! É que nem deitada ao comprido nos bancos a coisa foi fácil. Principalmente porque os bancos são mais rijos que pedra mármore!), toma-se um banhinho, muda-se de roupa e ala pró trabalho que se faz tarde.
Para trás ficaram 15 dias de calor semi-intenso; de ar condicionado a bombar no máximo; de alguma fruta; de praias lindas e água mais quente que no esquentador; de conhecer gente nova daquelas bem fixes (e que não paravam de pedir para eu também me mudar para lá!); de conduzir um mini-jeep em ruas cheias de buracos e de candongueiros e pessoas a vender tudo e mais alguma coisa e carros podres e motinhas em contra-mão; de tudo estupidamente para lá de caro; e um passeio de barco até uma ilha que encheu todas as medidas.
Para trás ficaram 15 dias que pouco mais se fez do que praia. E ver alguma televisão. E dormir. Muito.
Desta vez não foi tão intenso como a viagem do ano passado, mas deu para ter uma ideia mais definida de como seria "morar" abaixo do equador.
Na bagagem trás-se apenas um mega bronze (dentro da brancura com que se foi), e sardas, muitas sardas na cara.
De lá de baixo ficam as saudades das praias e do calor. Mas de cá de cima, ficam as saudades das pessoas e no "meu canto". E por enquanto, o cá de cima continua a bater aos pontos ao lá de baixo.
1 comentário:
Nunca mais voltámos à praia... percebes porque é que tens mesmo que vir?
Enviar um comentário