- fui "chefe" durante uma semana. Adorei e odiei. Não quero repetir a experiência nos próximos tempos.
- sobrevivi a passar a ponte Vasco da Gama em bicicleta. A pior parte foi mesmo o ataque dos mosquitos e o rabo que agora dói ao sentar.
- voltei a ter que pedinchar que me paguem o que me devem. Odeio esta sensação de estar a ser enganada á força toda. Um dia destes bate-me o mau feitio a valer, e saio porta fora com um computador Mac debaixo do braço, como paga do que me devem.
- Passou-se 4 dias na terra dele, a conhecer pela primeira vez a família toda e mais alguma. Se em outras alturas esta situação tinha deixado qualquer um á beira de um ataque de nervos, desta vez pareceu a coisa mais simples e natural do mundo. A menina da cidade foi á aldeia, onde andou encavalitada em cima de cerejeiras a apanhar cerejas (e a comê-las directamente da origem), amassou pão que cozeu em forno de lenha, aprendeu a fazer molotof, fez 6 litros de leite-creme, cavou batatas, apanhou coelhos e correu atrás de galinhas. Pelo caminho ganhou mais duas sobrinhas emprestadas e saiu oficialmente com o titulo de "nora".
- Quando uma má acção nossa é consequência de uma má acção de outra pessoa em relação a nós, será que a nossa acção ainda se pode considerar uma má acção? (como a história se repete)
- Chegou ao fim a era da ocupante do quarto do meio. Entre uma bimba matilde, vegetais e fruta da quinta, rebuçados de Madrid sem açúcar, revistas de moda e óculos de sol, vernizes de todas as cores e cremes hidratantes de maracujá, conheci a pessoa com os horários mais trocados de sempre. E um sorriso contagiante. E quem diria que do outro lado de um computador estaria alguém que um dia iria morar comigo?
- voltou-se ao mundo da dança, sete meses depois de ter desaparecido em combate. No entanto, chegar rapidamente á conclusão que certas coisas (más) nunca mudam: as mesmas conversas de me***a, a mesma t-shirt manhosa, o mesmo ar presunçoso, as mesmas promessas vazias. Decididamente vou continuar desaparecida em combate.
- a morte voltou a bater á porta. Desta vez foi na porta ao lado, mas foi uma porta muito próxima. Agora é continuar a viver e valorizar aqueles que ainda cá estão.
- como um simples palavra pode alterar toda e qualquer a perspectiva que temos de um mundo: Parkinson.
- e por fim, quando as coisas batem certas, assusta ainda mais do que quando corre tudo mal.
28 de junho de 2011
coisas sem nexo
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3 comentários:
Já tinha saudades destes teus "resumos"
;)
Sim, quem diria que quem escreve nos blogs são mesmo pessoas :P e que trabalham... e que mudam de cidade constantemente e um dia estão na Madeira e no outro dia vão parar a Lisboa e precisam de um quartinho onde ficar...
E eu queria falar-te de uma ideia nova e gira em que gostava de poder conta contigo.
Mas tu não me ligas...
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