Se houvesse um concurso para o record mundial da maior concentração por sardas por cm2 numa cara, bastava olhar para a minha para perceber que eu levava o primeiro prémio... (todos os anos é a mesma coisa, a minha falsa ruivisse no Verão atinge os picos máximos, e tudo o que é sarda no meu corpo decide aparecer para a vida em todo o seu explendor. Mas este ano, parece que se superaram...)
Tenho uma casa, que tem as paredes pintadas de azul. E um corredor torto. E uma sala redonda com um sofá castanho. É uma casa nova, mas também é uma casa velha, com heranças de outros tempos. É uma casa. E é minha.
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